Fração Universo Momento Incômodo LIVRE EXPRESSÃO ARTÍSTICA & CIDADÃ :: Composições sem referência de origem são autorais* :: Beba a água e cite a fonte**_
terça-feira, setembro 30, 2008
quinta-feira, setembro 18, 2008
quinta-feira, setembro 11, 2008
sábado, julho 26, 2008
sábado, julho 12, 2008
doutorado meidisquina
segunda-feira, janeiro 28, 2008
gargalhadas infantis
três ou quatro anos. no quintal, uma estrada desenhada c/ a palma da mão e uma dezena de carrinhos enfileirados. é quase fim de tarde e rola uma brisa. um vento. uma ventania. insetos não identificados, c/ a bunda maior q o corpo, voam desesperadamente. as pessoas correm pela rua. gritos. casas destelham...
— protejam-se!
o vento na pele, os cabelos esvoaçantes, o corpo girando de braços abertos, a respiração tranqüila. estou quase levitando.
minha mais remota sensação de liberdade.
:)
— protejam-se!
o vento na pele, os cabelos esvoaçantes, o corpo girando de braços abertos, a respiração tranqüila. estou quase levitando.
minha mais remota sensação de liberdade.
:)
sexta-feira, janeiro 18, 2008
segunda-feira, novembro 05, 2007
vida

Rir é arriscar-se a parecer louco.
Chorar é arriscar-se a parecer sentimental.
Estender a mão para o outro é arriscar-se a se envolver.
Expor seus sentimentos é arriscar-se a expor seu eu verdadeiro.
Amar é arriscar-se a não ser amado.
Expor suas idéias e sonhos ao público é arriscar-se a perder.
Viver é arriscar-se a morrer...
Ter esperança é arriscar-se a sofrer decepção.
Tentar é arriscar-se a falhar.
Mas... é preciso correr riscos.
Porque o maior azar da vida é não arriscar nada...
Pessoas que não arriscam, que nada fazem, nada são.
Podem estar evitando o sofrimento e a tristeza.
Mas assim não podem aprender, sentir, crescer, mudar, amar, viver...
Acorrentadas às suas atitudes, são escravas;
Abrem mão de sua liberdade.
Só a pessoa que se arrisca é livre...
"Arriscar-se é perder o pé por algum tempo. Não se arriscar é perder a vida..."
Sobrem Kiekegaard
>>imagem: desenho de observação (aguada de nanquim sobre papel canson)
Chorar é arriscar-se a parecer sentimental.
Estender a mão para o outro é arriscar-se a se envolver.
Expor seus sentimentos é arriscar-se a expor seu eu verdadeiro.
Amar é arriscar-se a não ser amado.
Expor suas idéias e sonhos ao público é arriscar-se a perder.
Viver é arriscar-se a morrer...
Ter esperança é arriscar-se a sofrer decepção.
Tentar é arriscar-se a falhar.
Mas... é preciso correr riscos.
Porque o maior azar da vida é não arriscar nada...
Pessoas que não arriscam, que nada fazem, nada são.
Podem estar evitando o sofrimento e a tristeza.
Mas assim não podem aprender, sentir, crescer, mudar, amar, viver...
Acorrentadas às suas atitudes, são escravas;
Abrem mão de sua liberdade.
Só a pessoa que se arrisca é livre...
"Arriscar-se é perder o pé por algum tempo. Não se arriscar é perder a vida..."
Sobrem Kiekegaard
>>imagem: desenho de observação (aguada de nanquim sobre papel canson)
sexta-feira, julho 13, 2007
brasileiro, sincretismo na veia

SINCRÉTICO, adj. Relativo ao sincretismo; eclético; misto; (Gra.) diz-se da forma vocabular que apresenta sincretismo.
SINCRETISMO, s.m. Sistema filosófico, que combinava os princípios de diversos sistemas; ecletismo; amálgama de concepções heterogêneas; (Gram.) é o fenômeno gramatical que permite a uma mesma forma exercer várias funções que, normalmente, cabem a outras; é a acumulação de funções numa mesma forma vocabular; assim, o mais-que-perfeito do indicativo, que pode servir de imperfeito do subjuntivo e de futuro do pretérito: "Eu perdera (perderia) chorando essas coroas/ Se eu morresse amanhã." (Álvares de Azevedo).
SINCRETISTA, adj. Sincrético; s. 2 gên. pessoa partidária do sincretismo.
[Dicionário Escolar da Língua Portuguesa • Francisco da Silveira Bueno
11ª edição/3ª tiragem • FENAME/MEC/FNME - 1980]
__________
SINCRETISMO, (Filos.) sistema que combinava as opiniões e os princípios de diversas escolas; ecletismo; amálgama de concepções diferentes; (Psic.) fenômeno psicológico que caracteriza uma fase do desenvolvimento da criança durante a qual ela percepciona os objectos no seu conjunto, sem os individualizar, só conseguindo distinguir os elementos do todo num período mais avançado do seu desenvolvimento mental.
[Dicionário Escolar da Língua Portuguesa • Francisco da Silveira Bueno
11ª edição/3ª tiragem • FENAME/MEC/FNME - 1980]
__________
SINCRETISMO, (Filos.) sistema que combinava as opiniões e os princípios de diversas escolas; ecletismo; amálgama de concepções diferentes; (Psic.) fenômeno psicológico que caracteriza uma fase do desenvolvimento da criança durante a qual ela percepciona os objectos no seu conjunto, sem os individualizar, só conseguindo distinguir os elementos do todo num período mais avançado do seu desenvolvimento mental.
sexta-feira, março 30, 2007
Os rios de um dia
Os rios, de tudo o que existe vivo,
vivem a vida mais definida e clara;
para os rios, viver vale se definir
e definir viver com a língua da água.
O rio corre; e assim viver para o rio
vale não só ser corrido pelo tempo:
o rio corre; e depois que com sua água,
viver vale suicidar-se todo o tempo.
Por isso, que ele define com clareza,
o rio aceita e professa, friamente,
e se procuram lhe atar a hemorragia,
ou a vida suicídio, o rio se defende.
O que um rio do Sertão, rio interino,
prova com sua água, curta nas medidas:
ao se correr torrencial, de uma vez,
sobre leitos de hotel, de um só dia;
ao se correr torrencial, de uma vez,
sem alongar seu morrer, pouco a pouco,
sem alongá-lo, em suicídio permanente
ou no que todos, os rios duradouros;
esses rios do Sertão falam tão claro
que induz ao suicídio a pressa deles:
para fugir na morte da vida em poças
que pega quem devagar por tanta sede.
vivem a vida mais definida e clara;
para os rios, viver vale se definir
e definir viver com a língua da água.
O rio corre; e assim viver para o rio
vale não só ser corrido pelo tempo:
o rio corre; e depois que com sua água,
viver vale suicidar-se todo o tempo.
Por isso, que ele define com clareza,
o rio aceita e professa, friamente,
e se procuram lhe atar a hemorragia,
ou a vida suicídio, o rio se defende.
O que um rio do Sertão, rio interino,
prova com sua água, curta nas medidas:
ao se correr torrencial, de uma vez,
sobre leitos de hotel, de um só dia;
ao se correr torrencial, de uma vez,
sem alongar seu morrer, pouco a pouco,
sem alongá-lo, em suicídio permanente
ou no que todos, os rios duradouros;
esses rios do Sertão falam tão claro
que induz ao suicídio a pressa deles:
para fugir na morte da vida em poças
que pega quem devagar por tanta sede.
João Cabral
quinta-feira, fevereiro 08, 2007
ciclo
quarta-feira, janeiro 03, 2007
f e l i z 2 0 0 7

liberdade admirável felina
sonhos não registrados pela memória
imagem constante estímulo
aspirado perfume reconhecido
sonhos não registrados pela memória
imagem constante estímulo
aspirado perfume reconhecido
>>imagem: pintura acrílica sobre tecido
terça-feira, dezembro 19, 2006
quarta-feira, novembro 22, 2006
segunda-feira, novembro 20, 2006
pé
preto
branco
local
mestiço
brasileiro
multiétnico
no chão
da terra
na senzala
de casa
>>imagem: ilustração a grafite finalizada digitalmente
quarta-feira, outubro 25, 2006
mergulho profundo
me apropriando de uma canção de jorge ben, quando questionado a respeito da minha naturalidade, agrada-me dizer q "a cegonha me deixou em madureira", porém, eu não fiquei muito tempo por lá. desde bem novinho já iniciei minhas aventuras por universos distintos acompanhando as mudanças da família. meu pai, sempre levado pelas circunstâncias financeiras, eventualmente mudava de bairro ou de cidade em busca de novas oportunidades de trabalho, e, conseqüentemente, lá íamos nós – minha mãe, minha irmã, q a essa altura já compunha a família, e eu – nos relacionando c/ a diversidade cultural do estado do rio.foram cinco escolas até a conclusão do 1º grau. a conclusão do 2º grau foi mais tranqüila, pois cursei em uma só escola, entretanto, em uma outra localidade – praticamente outra cidade –.
iniciada a vida adulta a odisséia continuava, agora, por minhas próprias necessidades.
o germinar de uma flor, aos dezenove anos – confesso q foi foda encarar a realidade –, foi o start para uma série de acontecimentos paralelos: o inicio oficial no universo profissional (mercado financeiro e relacionamento c/ público diversificado – banco mercantil do brasil - fev.90/ago.99); a descoberta das artes gráficas e o desenho gráfico em curso técnico profissionalizante (senai - nov.90/jul.93); o início do amadurecimento do olhar sob a ótica da comunicação visual; a graduação em design gráfico (politécnico unesa - out.98/jan.01); a intensificação da percepção do mundo antropologicosocialcontemporaneo; o novo universo profissional (nasajon, petrobras, backstage, senai); as mudanças de residências por bairros e/ou cidades distintas q ainda se fazem reais.
apenas um universo particular – q se traduz no comportamento, nas opiniões, no trabalho, na percepção das realidades confrontantes... – cujos conflitos, anseios, cicatrizes, incômodos, sonhos e questionamentos alimentam, a muito, a pergunta q não quer calar: o q será q vai acontecer agora?
>>imagem: ilustração a grafite
quarta-feira, outubro 11, 2006
sábado, setembro 16, 2006
obrigado
terça-feira, agosto 22, 2006
segunda-feira, julho 03, 2006
... e a vida segue.
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