o tempo
passa
e o que
acontece não
se sabe
o tempo passa
Fração Universo Momento Incômodo LIVRE EXPRESSÃO ARTÍSTICA & CIDADÃ :: Composições sem referência de origem são autorais* :: Beba a água e cite a fonte**_
quarta-feira, maio 02, 2012
sexta-feira, abril 13, 2012
mesmo
não me agrada
muito menos mesmo
a mim
violentar
não me agrada
mesmo muito menos
contigo a barra
forçar
não me agrada
menos mesmo muito
conosco o tempo
acabar_
muito menos mesmo
a mim
violentar
não me agrada
mesmo muito menos
contigo a barra
forçar
não me agrada
menos mesmo muito
conosco o tempo
acabar_
quarta-feira, abril 11, 2012
segunda-feira, março 05, 2012
migalhas
participo não de disputas
faço não questão de certezas
não choro nem discuto migalhas
"mentiras sinceras me interessam"
"o nosso amor a gente inventa"
faço não questão de certezas
não choro nem discuto migalhas
"mentiras sinceras me interessam"
"o nosso amor a gente inventa"
quinta-feira, março 01, 2012
a arte e a obra
possui-me a arte
a obra é você
me faz companhia a arte
a obra sou eu
na obra de arte
estamos você e eu
sexta-feira, fevereiro 24, 2012
sexta-feira, janeiro 13, 2012
domingo, janeiro 08, 2012
quarta-feira, dezembro 07, 2011
amor sensorial
o perfume pertence ao corpo
o toque tem a pele
o beijo possui a boca
pequenos grandes lábios
o momento domina o pensamento
por quanto tempo?
o toque tem a pele
o beijo possui a boca
pequenos grandes lábios
o momento domina o pensamento
por quanto tempo?
quarta-feira, outubro 19, 2011
quinta-feira, setembro 01, 2011
Pegando o bonde andando
>> fotografia garimpada na rede
Nem transporte de massa, nem turístico. Apenas um transporte coletivo – de contexto histórico – onde o seu funcionamento, assim como em qualquer meio de transporte, precisa ser de acordo com as Normas de Segurança. Aliás, nesse país (e em tantos outros), normas de segurança é algo que ainda não se tem o costume (ou a cultura) de se dar a devida atenção! Haja visto os nossos trens, ônibus, barcas, vans – e até motocicletas –, que circulam superlotados país afora, anunciando os terríveis acidentes que, consequentemente, não tardam a acontecer. Isso sem falar das quedas de aviões, dos desabamentos de prédios, das explosões de bueiros, dos vazamentos de petróleo e químicos...
Apesar do nosso jeitinho carioca (e até brasileiro), do qual nos orgulhamos tanto, o que precisamos é aprender a estar atentos, pois acidentes acontecem todo o tempo. Como me disse uma vez um Técnico de Segurança do Trabalho, "(...) os acidentes estão prestes a acontecer. Basta um descuido." A cultura do jeitinho não pode ser aliada da imprudência.
O bondinho de Santa Teresa faz parte da rotina do bairro, do dia a dia dos moradores, do clima bucólico. Compõe o diferencial arquitetônico e artístico que atrai os visitantes para degustar a geografia, a paisagem, os restaurantes, o cinema, os espaços públicos. Promove a economia da cidade. É Rio de Janeiro na veia!
terça-feira, agosto 02, 2011
sexta-feira, fevereiro 04, 2011
e c o lógica
sábado, janeiro 01, 2011
segunda-feira, dezembro 20, 2010
quarta-feira, dezembro 08, 2010
quinta-feira, novembro 25, 2010
quarta-feira, setembro 29, 2010
terça-feira, setembro 28, 2010
Solilóquio de um visionário
Para desvirginar o labirinto
Do velho e metafísico mistério,
Comi meus olhos crus no cemitério,
Numa antropofagia de faminto!
A digestão desse manjar funéreo
Tornado sangue transformou-me o instinto
De humanas impressões visuais que eu sinto,
Nas divinas visões do íncola etéreo!
Vestido de hidrogênio incandescente,
Vaguei um século, improficuamente,
Pelas monotonias siderais...
Subi talvez às máximas alturas,
Mas, se hoje volto assim, com a alma às escuras,
É necessário que inda eu suba mais!
Augusto dos Anjos
Do velho e metafísico mistério,
Comi meus olhos crus no cemitério,
Numa antropofagia de faminto!
A digestão desse manjar funéreo
Tornado sangue transformou-me o instinto
De humanas impressões visuais que eu sinto,
Nas divinas visões do íncola etéreo!
Vestido de hidrogênio incandescente,
Vaguei um século, improficuamente,
Pelas monotonias siderais...
Subi talvez às máximas alturas,
Mas, se hoje volto assim, com a alma às escuras,
É necessário que inda eu suba mais!
Augusto dos Anjos
terça-feira, setembro 07, 2010
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