Fração Universo Momento Incômodo LIVRE EXPRESSÃO ARTÍSTICA & CIDADÃ :: Composições sem referência de origem são autorais* :: Beba a água e cite a fonte**_
quarta-feira, outubro 19, 2011
quinta-feira, setembro 01, 2011
Pegando o bonde andando
>> fotografia garimpada na rede
Nem transporte de massa, nem turístico. Apenas um transporte coletivo – de contexto histórico – onde o seu funcionamento, assim como em qualquer meio de transporte, precisa ser de acordo com as Normas de Segurança. Aliás, nesse país (e em tantos outros), normas de segurança é algo que ainda não se tem o costume (ou a cultura) de se dar a devida atenção! Haja visto os nossos trens, ônibus, barcas, vans – e até motocicletas –, que circulam superlotados país afora, anunciando os terríveis acidentes que, consequentemente, não tardam a acontecer. Isso sem falar das quedas de aviões, dos desabamentos de prédios, das explosões de bueiros, dos vazamentos de petróleo e químicos...
Apesar do nosso jeitinho carioca (e até brasileiro), do qual nos orgulhamos tanto, o que precisamos é aprender a estar atentos, pois acidentes acontecem todo o tempo. Como me disse uma vez um Técnico de Segurança do Trabalho, "(...) os acidentes estão prestes a acontecer. Basta um descuido." A cultura do jeitinho não pode ser aliada da imprudência.
O bondinho de Santa Teresa faz parte da rotina do bairro, do dia a dia dos moradores, do clima bucólico. Compõe o diferencial arquitetônico e artístico que atrai os visitantes para degustar a geografia, a paisagem, os restaurantes, o cinema, os espaços públicos. Promove a economia da cidade. É Rio de Janeiro na veia!
terça-feira, agosto 02, 2011
sexta-feira, fevereiro 04, 2011
e c o lógica
sábado, janeiro 01, 2011
segunda-feira, dezembro 20, 2010
quarta-feira, dezembro 08, 2010
quinta-feira, novembro 25, 2010
quarta-feira, setembro 29, 2010
terça-feira, setembro 28, 2010
Solilóquio de um visionário
Para desvirginar o labirinto
Do velho e metafísico mistério,
Comi meus olhos crus no cemitério,
Numa antropofagia de faminto!
A digestão desse manjar funéreo
Tornado sangue transformou-me o instinto
De humanas impressões visuais que eu sinto,
Nas divinas visões do íncola etéreo!
Vestido de hidrogênio incandescente,
Vaguei um século, improficuamente,
Pelas monotonias siderais...
Subi talvez às máximas alturas,
Mas, se hoje volto assim, com a alma às escuras,
É necessário que inda eu suba mais!
Augusto dos Anjos
Do velho e metafísico mistério,
Comi meus olhos crus no cemitério,
Numa antropofagia de faminto!
A digestão desse manjar funéreo
Tornado sangue transformou-me o instinto
De humanas impressões visuais que eu sinto,
Nas divinas visões do íncola etéreo!
Vestido de hidrogênio incandescente,
Vaguei um século, improficuamente,
Pelas monotonias siderais...
Subi talvez às máximas alturas,
Mas, se hoje volto assim, com a alma às escuras,
É necessário que inda eu suba mais!
Augusto dos Anjos
terça-feira, setembro 07, 2010
segunda-feira, agosto 23, 2010
quarta-feira, junho 23, 2010
segunda-feira, maio 17, 2010
sexta-feira, janeiro 15, 2010
quinta-feira, novembro 19, 2009
constelação
nem sempre penso o q falo
nem sempre falo o q penso
nem sempre penso no meu falo
nem sempre expresso o q sinto
nem sempre sinto o q expresso
nem sempre acredito no q penso
nem sempre penso no q acredito
nem sempre acho q sei
nem sempre sei q... acho
nem sempre me acho
nem sempre acho o q sou
sem sempre sou o q acho
nem sempre sou quem acho
nem sempre acho quem sou
nem sempre sei o q rola
nem sempre xota
nem sempre agora
nem sempre
>>imagem: exposição de objeto sobre papel fotográfico
nem sempre falo o q penso
nem sempre penso no meu falo
nem sempre expresso o q sinto
nem sempre sinto o q expresso
nem sempre acredito no q penso
nem sempre penso no q acredito
nem sempre acho q sei
nem sempre sei q... acho
nem sempre me acho
nem sempre acho o q sou
sem sempre sou o q acho
nem sempre sou quem acho
nem sempre acho quem sou
nem sempre sei o q rola
nem sempre xota
nem sempre agora
nem sempre
>>imagem: exposição de objeto sobre papel fotográfico
quarta-feira, agosto 12, 2009
unidade

órgão
s. m.
http://www.priberam.pt/DLPO/default.aspx?pal=órgão1. Cada uma das partes que exerce uma função nos corpos organizados.
2. Cada parte que, num maquinismo, exerce função especial.
3. Por ext. Instrumento, meio, agente.
4. Instrumento músico de teclado e sopro.
5. Sifão para transvasar vinhos.
6. Cilindro (no tear) em que se enrola o que se vai tecendo.
7. Periódico ou jornal oficioso de um partido.
>>imagem: pintura acrílica sobre tecido
quinta-feira, junho 25, 2009
leisure options

I have a bicycle. I like to pedal when i'm tired because of the work and when want to apreciate the nature. The bicycle provides and intensifies a feeling of freedom that it's very good.
I like the sea too. The wind blowing the body, the sound of the waves and the smell of the sea cause an inexplicable sensation.
Swimming is a pleasure too, but now i'm afraid when it is a rough sea. I prefer swimming in a calm sea.
For all things, go to the sea by bicycle is a frequent leisure option.
___
my first one text in english (after teatcher correction, of course ;)
>>imagem: fotografia digital
sexta-feira, junho 05, 2009
espreme q dá caldo

... para não correr o risco de deixar alguém de fora e causar constrangimentos por um sentimento de exclusão, melhor não citar nomes ao falar em CPI, um assunto tão recorrente na contemporaneidade do país. limito-me, então, à sugestão de uma pauta: q tal, "senhores(as)", criarmos a CPI DO RABO PRESO?
>>imagem: composição (caneta esferográfica sobre papel reciclado)
>>imagem: composição (caneta esferográfica sobre papel reciclado)
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